já não há mais cigarros depois do sexo. Deixei-me do prazer intoxicante de sugar esse veneno adictivo.
E ainda assim, ainda não encontrei a vontade maior de me amar a mim mesma.
A vida mudou-me. A inocência de querer dar sem nunca receber está em vias de extinção.
A mania de pegar nas palavras e armar-me em Cupido foi-se.
Acabou-me a bateria do velho teclado sem fios.
escrever fica agora para mais tarde.
sábado, 14 de julho de 2018
domingo, 6 de maio de 2018
escrever
lembro-me, com saudade, de quando escrevia a pensar. não sei porque mil caminhos me levei, que me levaram a suspender o amar filosofar ou o tão somente palavrear. manipular as palavras da mesma forma que uma criança se envolve na construção de um castelo de areia.
faltaram-me muitos momentos de lucidez, para guardar a inteligência infantil, que é, muitas vezes, simplesmente divertir-se com os elementos.
faltaram-me mil corações meus a amarem-me a mim mesma, e a dedicarem-me orgulhos de integridade. Troquei-me nas prioridades. Antes de tudo o resto, desfoquei-me no altruísmo ardente de uma paixão condenada.
e depois das chamas, um piano de cordas rebentadas...
faltaram-me muitos momentos de lucidez, para guardar a inteligência infantil, que é, muitas vezes, simplesmente divertir-se com os elementos.
faltaram-me mil corações meus a amarem-me a mim mesma, e a dedicarem-me orgulhos de integridade. Troquei-me nas prioridades. Antes de tudo o resto, desfoquei-me no altruísmo ardente de uma paixão condenada.
e depois das chamas, um piano de cordas rebentadas...
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