sabes bem que não é da tua personalidade, ainda estranha para mim, que gosto. tão pouco é a ideia de ti - confesso que também essa questão me levantou a sobrancelha. Mas vejo agora que o que gosto em ti é a única coisa que conheço verdadeiramente. concluí ainda que não sou eu que sinto esse gostar. é a minha Alma. é a minha Alma a gostar da tua Alma. e sei que a tua, ainda que fugazmente, também gostou da minha. não me digas que não o sentiste igual. não é no futuro que se avalia o que se sentiu no presente. podes deixar de o sentir. podes já não querer senti-lo. mas não deixas de o ter sentido. não me escrevas erro. não te escrevas arrependimento.